Vivo do jeito que eu quero

Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Gálatas 6:7

Recentemente, durante uma breve visita a um salão de beleza perto de casa, uma acalorada discussão chamou minha atenção. Em meio à execução de seu serviço, a cabeleireira deixava clara sua opinião quanto a seu vício de fumar. “Se eu morrer por causa do cigarro, é um problema meu.” Na sequência, sua colega apoiou o raciocínio: “Realmente, cada um morre do que quer”. E assim, cada um vive do jeito que bem entende, independentemente do que acontecer após sua passagem por esse mundão.

Sabemos que todas as escolhas têm consequências, boas ou más (Gálatas 6:7; Provérbios 14:12).

Muitas vezes temos ciência dos riscos, e os assumimos. Reconhecemos que determinados caminhos podem gerar dor, frustração, danos físicos ou emocionais mas, em geral, desconsideramos os danos que nossas escolhas poderão causar aos que estão à nossa volta.

No segundo mandamento, aprendemos que devemos a amar ao próximo como a nós mesmos (Marcos 12:31). A prática de amor aos outros está intimamente ligada às escolhas que fazemos. E determinadas escolhas podem magoar, ferir, entristecer, preocupar.

Embora não tenhamos controle sobre as reações das pessoas, é fato que podemos nos empenhar para evitar o dano. Compartilhar sua opinião e estar aberto a considerar o que o outro tem a dizer, colocar-se no lugar do outro, é um ato de amor.

Viver do jeito que a gente quer é potencialmente danoso não somente para nós mesmos mas também para as pessoas à nossa volta. Busque viver a vontade de Deus para sua vida e, assim, viva uma vida plena no Senhor (Provérbios 16:1).

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